Olá Outono!
Aguardamos ansiosamente a tua partida.
Friday, September 21, 2007
Monday, September 17, 2007
Não digas nada!
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender -
Tudo metade
De sentir e de ver…
Não digas nada
Deixa esquecer
Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada…
Mas ali fui feliz
Não digas nada.
Fernando Pessoa
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender -
Tudo metade
De sentir e de ver…
Não digas nada
Deixa esquecer
Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada…
Mas ali fui feliz
Não digas nada.
Fernando Pessoa
Tuesday, September 11, 2007
Finit
The message on the telephone is some old flame
Back in town again and looking up your name
You meet him at the coffeeshop but he's the same
And you don't want to be the ball in his old game
You leave him with the tab, grab a cab and now you're rolling back the way you came.
Speechwriters LLC
Back in town again and looking up your name
You meet him at the coffeeshop but he's the same
And you don't want to be the ball in his old game
You leave him with the tab, grab a cab and now you're rolling back the way you came.
Speechwriters LLC
Monday, September 10, 2007
levantem-se.
Alguém se lembra de um anúncio que passava na rádio que consistia numas vozes de criança a cantar "Estás a gostar do Verão, estás a adorar o sol, já estás a sentir que todo o dia é uma alegria..." e depois outra voz de mulher (feliz, note-se) dizia "não-sei-quê (a marca portanto) informa que só faltam (countdown até 21/09) dias para acabar o Verão!" - sádico?
Falando no Verão, chega ao fim e vê-se toda a gente a voltar a casa, mais propriamente aos seus computadores e ao seu éme-esse-ene. Aqueles que ao contrário de mim têm a sorte de poder disfrutar de mais duas ou três semanas de férias e não começam as aulas AMANHÃ (suspiro) talvez ainda não voltem. O que é certo é que em TODOS os meios de comunicação possíveis para dar uma espreitadela na vida alheia eu pude encontrar exactamente a mesma frase, em, sem exagero, 98% das pessoas. Qual o meu espanto quando reparei que essa tal frase era de uma música que me cheira que se tornou um dos hits deste Verão.
Visto que essa música me atinge o nervo mais sensível (E tenho um irmão que constantemente a trauteia pela casa), isto tudo é para pôr uma questão que me tem parecido pertinente:
- porque é que TODA A GENTE gosta da música 'Rise Up'? A sério, PORQUÊ?
Espero sinceramente que alguém me responda a isto.
ps. alguém se LEMBRA realmente de outros hits veranis? Assim de repente aquelas três irmãs que cantavam aquela música completamente incompreensível que tinha uma dança a acompanhar...
Falando no Verão, chega ao fim e vê-se toda a gente a voltar a casa, mais propriamente aos seus computadores e ao seu éme-esse-ene. Aqueles que ao contrário de mim têm a sorte de poder disfrutar de mais duas ou três semanas de férias e não começam as aulas AMANHÃ (suspiro) talvez ainda não voltem. O que é certo é que em TODOS os meios de comunicação possíveis para dar uma espreitadela na vida alheia eu pude encontrar exactamente a mesma frase, em, sem exagero, 98% das pessoas. Qual o meu espanto quando reparei que essa tal frase era de uma música que me cheira que se tornou um dos hits deste Verão.
Visto que essa música me atinge o nervo mais sensível (E tenho um irmão que constantemente a trauteia pela casa), isto tudo é para pôr uma questão que me tem parecido pertinente:
- porque é que TODA A GENTE gosta da música 'Rise Up'? A sério, PORQUÊ?
Espero sinceramente que alguém me responda a isto.
ps. alguém se LEMBRA realmente de outros hits veranis? Assim de repente aquelas três irmãs que cantavam aquela música completamente incompreensível que tinha uma dança a acompanhar...
Friday, August 31, 2007
Agosto acaba, e com ele acaba um verão que não passou mais rápido que os outros. Estranho. Como que a prever a minha necessidade estúpida de sentir o último ar do verão verdadeiro, hoje pude passear de carro à noite em Lisboa e ver as luzes, o vento, as cores da noite do verão.
Melhores dias virão. Foi só um princípio.
Melhores dias virão. Foi só um princípio.
Friday, August 24, 2007
Intra - Para a Ju
Ayo Ju
Esta é pra ti
Ju estivemos juntas, desta vez foram dez dias
Eu sei que não me mentes quando dizes que mais querias
Entre suecas e comboios os dias passaram
Mas nos nossos corações boas memórias ficaram
As saudades, essas, são mesmo inevitáveis
Até para o pior sei que somos inseparáveis
Eu sei, tu também sabes
Que estes momentos é que nos fazem sorrir
E quando estamos todos o melhor está sempre pra vir
Agora mesmo vou na rua e vocês fazem-me falta
Não há como negá-lo, vocês já são a minha malta
Foi uma cena pensada e melhor do que alguém fez,
Ora vê, estes momentos merecem nota dez:
Desde Lisboa até ao Porto a viagem foi bem curta
Mas sempre com a maria a pensar em comer fruta
Depois fomos a Aveiro onde ficámos à porta
Onde a mulher da limpeza devia ter a espinha torta
Em Coimbra festejámos os anos do ramalho
Foi um festão brutal... até à queda de orvalho (AH!)
O telemóvel da maria estava sempre ligado
Com aquelas músicas a tocar nunca ninguém estava parado
Depois Lousã e Foz de Arouce, para matar as saudades
E nunca esquecer onde fizemos as nossas amizades
Aí fiquei sara mc mas o que é realmente certo
É que me falta aqui ter-vos a todos por perto
E agora recordo as manhãs
Em que cedo acordámos
Tínhamos sono, é verdade, mas nem por isso abrandámos
Pelo contrário porque todos os comboios apanhámos
Chegámos a Castelo Branco já era bem de noite
Vindos do Entroncamento, ou sabe-se lá de onde
Aquela viagem no comboio regional,
O homem com um queijo e um vinho não era nada normal
Com valete sempre presente e sabes que a minha alegria
Foi acordar no outro dia e já cantavas a "Sofia"
Voltámos ao Entroncamento e foi aí que o nuno voltou
Da sua trip a Lisboa e a todos encontrou
Já passaram sete dias e agora o nosso caminho
Vai em direcção à praia de S. Martinho
Mas esperem que afinal surgiu um imprevisto
É que esta pousada é num sítio sinistro
Mas não parámos e então seguimos para Leiria
(Porque a senhora da pousada salvou-nos cá de uma fria...)
Almoçámos a tal pizza para quem não comia há uma semana
E para vosso desagrado à noite houve festa africana
Dia vinte e três, agora é o último dia
E Óbidos é a nossa última paragem
Fomos rainhas, condizemos com a paisagem
Na última estação o comboio de mercadorias
Passou mais rápido que todas as nossas agonias
Chegámos a Lisboa e despedimo-nos com a convicção
De que estes dias ficam na recordação
E agora acho que devo fazer o balanço
Para finalmente estarmos todos em descanso
Apesar de o ramalho estar sempre com a namorada
A viagem sem ele não tinha sido acertada
Ju, até tenho saudades
Das piadas da nuna,
Admite que sentes falta de te chamarmos juna
Quanto ao topê realmente não sei o que dizer
Se jogarmos à italiana é certo que o par dele vai perder
Não sei mais o que diga, as saudades são mais que muitas
Agora só falta mesmo é falar da maria
Quanto a isso não digo nada sem que me ria
O que quer que eu pense as palavras são inúteis
Sinto a falta desses dias mas guardem-nos nas vossas cabeças
Vocês são os melhores, e disso podem ter certezas.
Saabes.. ;)
Esta é pra ti
Ju estivemos juntas, desta vez foram dez dias
Eu sei que não me mentes quando dizes que mais querias
Entre suecas e comboios os dias passaram
Mas nos nossos corações boas memórias ficaram
As saudades, essas, são mesmo inevitáveis
Até para o pior sei que somos inseparáveis
Eu sei, tu também sabes
Que estes momentos é que nos fazem sorrir
E quando estamos todos o melhor está sempre pra vir
Agora mesmo vou na rua e vocês fazem-me falta
Não há como negá-lo, vocês já são a minha malta
Foi uma cena pensada e melhor do que alguém fez,
Ora vê, estes momentos merecem nota dez:
Desde Lisboa até ao Porto a viagem foi bem curta
Mas sempre com a maria a pensar em comer fruta
Depois fomos a Aveiro onde ficámos à porta
Onde a mulher da limpeza devia ter a espinha torta
Em Coimbra festejámos os anos do ramalho
Foi um festão brutal... até à queda de orvalho (AH!)
O telemóvel da maria estava sempre ligado
Com aquelas músicas a tocar nunca ninguém estava parado
Depois Lousã e Foz de Arouce, para matar as saudades
E nunca esquecer onde fizemos as nossas amizades
Aí fiquei sara mc mas o que é realmente certo
É que me falta aqui ter-vos a todos por perto
E agora recordo as manhãs
Em que cedo acordámos
Tínhamos sono, é verdade, mas nem por isso abrandámos
Pelo contrário porque todos os comboios apanhámos
Chegámos a Castelo Branco já era bem de noite
Vindos do Entroncamento, ou sabe-se lá de onde
Aquela viagem no comboio regional,
O homem com um queijo e um vinho não era nada normal
Com valete sempre presente e sabes que a minha alegria
Foi acordar no outro dia e já cantavas a "Sofia"
Voltámos ao Entroncamento e foi aí que o nuno voltou
Da sua trip a Lisboa e a todos encontrou
Já passaram sete dias e agora o nosso caminho
Vai em direcção à praia de S. Martinho
Mas esperem que afinal surgiu um imprevisto
É que esta pousada é num sítio sinistro
Mas não parámos e então seguimos para Leiria
(Porque a senhora da pousada salvou-nos cá de uma fria...)
Almoçámos a tal pizza para quem não comia há uma semana
E para vosso desagrado à noite houve festa africana
Dia vinte e três, agora é o último dia
E Óbidos é a nossa última paragem
Fomos rainhas, condizemos com a paisagem
Na última estação o comboio de mercadorias
Passou mais rápido que todas as nossas agonias
Chegámos a Lisboa e despedimo-nos com a convicção
De que estes dias ficam na recordação
E agora acho que devo fazer o balanço
Para finalmente estarmos todos em descanso
Apesar de o ramalho estar sempre com a namorada
A viagem sem ele não tinha sido acertada
Ju, até tenho saudades
Das piadas da nuna,
Admite que sentes falta de te chamarmos juna
Quanto ao topê realmente não sei o que dizer
Se jogarmos à italiana é certo que o par dele vai perder
Não sei mais o que diga, as saudades são mais que muitas
Agora só falta mesmo é falar da maria
Quanto a isso não digo nada sem que me ria
O que quer que eu pense as palavras são inúteis
Sinto a falta desses dias mas guardem-nos nas vossas cabeças
Vocês são os melhores, e disso podem ter certezas.
Saabes.. ;)
Thursday, August 23, 2007
Friday, August 10, 2007
There's a place that meant the world to everybody like me.
Há decisões que, tomadas de cabeça fria, se tornam muito mais fáceis. Mas fazem menos sentido.
Há um ano, dois anos, três anos, quatro anos, cinco anos atrás que hoje seria a véspera do dia mais aguardado do ano. Do dia em que começava a colónia. Ano após ano aprendemos a tomá-la como certa, a partida do Jardim dos Prazeres às 3 da tarde do segundo sábado do mês de Agosto. Escolher a roupa com semanas de antecedência, “não vou se não fores”, o ver gente nova, conhecidos só de cara e aqueles a que chamamos amigos, a ida na camioneta, o chegar ao campo, cravar para nos levarem as malas, escolher a camarata, o primeiro jantar (ai o hamburguer é que não me faz falta), o ligar aos pais a dizer que chegámos bem, mas eles já sabem porque sabem que lá é que estamos realmente bem, a hora depois do jantar, o jogo para nos conhecermos, o irmos para as camaratas e depois...
Acordar as 8 mas atrasar sempre até às 9, os beliches, o pequeno almoço e a mousse, o rio, as camaratas, o parque infantil, o anfiteatro, o C1, a sala de convívio, os barracões, o refeitório do Reis, o almoço, as cantorias, abafar putos e calar idiotas, o gelado, as suecadas, o campo pelado, o cluedo, as festas, a corda do tarzan, o rappel suspenso, a escalada, as BTT, as canoas, as piscinas, a Lousã, os risos, as músicas, os lanches, os banhos de mangueira, o balneário, a parede do balneário, sujar os pés, vestir, jantar, o depois do jantar, a fofoca, o cluedo, o filme, as conversas, os banhos de lua, os raids, o medo, os cafés com coca-cola, o vale escuro, a igreja, o cemitério, os walkie-talkies, as bolachas maria, a nutella, as gomas encarnadas, os armários cheios de bolachas, os trocares de roupa, o dia de pintar as unhas, o jantar de gala, o baile de gala, o último dia, o torneio de futebol, a última noite, o fogo de campo, o choro, as fitas, as pessoas que nos marcaram, a falta que vamos sentir, a noite sem dormir, a viagem de volta, Lisboa, o Jardim dos Prazeres, o cansaço acumulado, despedirmo-nos de todos, "na certeza de que pró ano havemos de cá voltar"...
Custa-me bastante, acreditem que sim. É como se me tirassem uma parte de mim, que estou tão habituada a conhecer e a tomar como certa. Mas tínhamos que crescer e um dia este dia ia chegar, era inevitável. Tenho pena de saber que o campo já não está como nós o conhecemos, mas vamos guardá-lo exactamente como era. Com os beliches velhos, os armários de sempre (fico com o de cima do lado esquerdo!), a parede do balneário, o ACM gigante, a fogueira da amizade, as placas das ruas que eram de todos: o Largo Santa Kuka, a Avenida dos Vigias, a Alameda dos Baloufos, a NOSSA B2, a tenda do refeitório, a sala de convívio que se transformava brutalmente. O campo vai ser sempre o nosso. E embora me custe horrores pensar que não vou passar os melhores 15 dias, aqueles que sempre serviram para nos afastarmos do mundo e ficarmos ali, naquele sítio só nosso, hoje só consigo pensar que as coisas que lá passámos significam tudo. E que por isso mesmo, nunca vamos deixar de lá ir.
Mas sempre, pra sempre...
Há um ano, dois anos, três anos, quatro anos, cinco anos atrás que hoje seria a véspera do dia mais aguardado do ano. Do dia em que começava a colónia. Ano após ano aprendemos a tomá-la como certa, a partida do Jardim dos Prazeres às 3 da tarde do segundo sábado do mês de Agosto. Escolher a roupa com semanas de antecedência, “não vou se não fores”, o ver gente nova, conhecidos só de cara e aqueles a que chamamos amigos, a ida na camioneta, o chegar ao campo, cravar para nos levarem as malas, escolher a camarata, o primeiro jantar (ai o hamburguer é que não me faz falta), o ligar aos pais a dizer que chegámos bem, mas eles já sabem porque sabem que lá é que estamos realmente bem, a hora depois do jantar, o jogo para nos conhecermos, o irmos para as camaratas e depois...
Acordar as 8 mas atrasar sempre até às 9, os beliches, o pequeno almoço e a mousse, o rio, as camaratas, o parque infantil, o anfiteatro, o C1, a sala de convívio, os barracões, o refeitório do Reis, o almoço, as cantorias, abafar putos e calar idiotas, o gelado, as suecadas, o campo pelado, o cluedo, as festas, a corda do tarzan, o rappel suspenso, a escalada, as BTT, as canoas, as piscinas, a Lousã, os risos, as músicas, os lanches, os banhos de mangueira, o balneário, a parede do balneário, sujar os pés, vestir, jantar, o depois do jantar, a fofoca, o cluedo, o filme, as conversas, os banhos de lua, os raids, o medo, os cafés com coca-cola, o vale escuro, a igreja, o cemitério, os walkie-talkies, as bolachas maria, a nutella, as gomas encarnadas, os armários cheios de bolachas, os trocares de roupa, o dia de pintar as unhas, o jantar de gala, o baile de gala, o último dia, o torneio de futebol, a última noite, o fogo de campo, o choro, as fitas, as pessoas que nos marcaram, a falta que vamos sentir, a noite sem dormir, a viagem de volta, Lisboa, o Jardim dos Prazeres, o cansaço acumulado, despedirmo-nos de todos, "na certeza de que pró ano havemos de cá voltar"...
Custa-me bastante, acreditem que sim. É como se me tirassem uma parte de mim, que estou tão habituada a conhecer e a tomar como certa. Mas tínhamos que crescer e um dia este dia ia chegar, era inevitável. Tenho pena de saber que o campo já não está como nós o conhecemos, mas vamos guardá-lo exactamente como era. Com os beliches velhos, os armários de sempre (fico com o de cima do lado esquerdo!), a parede do balneário, o ACM gigante, a fogueira da amizade, as placas das ruas que eram de todos: o Largo Santa Kuka, a Avenida dos Vigias, a Alameda dos Baloufos, a NOSSA B2, a tenda do refeitório, a sala de convívio que se transformava brutalmente. O campo vai ser sempre o nosso. E embora me custe horrores pensar que não vou passar os melhores 15 dias, aqueles que sempre serviram para nos afastarmos do mundo e ficarmos ali, naquele sítio só nosso, hoje só consigo pensar que as coisas que lá passámos significam tudo. E que por isso mesmo, nunca vamos deixar de lá ir.
Mas sempre, pra sempre...
Thursday, July 26, 2007
The End
ACABOU, ACABOU! Confesso que me sinto um bocado perdida e ainda me estou a adaptar à ideia, mas acabei de ler agora mesmo O fim e está-me a custar a acreditar...
meus amigos, o Harry Potter acabou! Não há mais!
Tenho a dizer que por momentos pensei que fosse tudo acabar como eu preconizava mas mas mas mas mas... Não digo mais nada, senão a Marta dá-me um tiro por lhe ter estragado a surpresa.
Conselho: Vão já lê-lo.
meus amigos, o Harry Potter acabou! Não há mais!
Tenho a dizer que por momentos pensei que fosse tudo acabar como eu preconizava mas mas mas mas mas... Não digo mais nada, senão a Marta dá-me um tiro por lhe ter estragado a surpresa.
Conselho: Vão já lê-lo.
Saturday, July 21, 2007
Incompreensível
São 1:29 da manhã e estou no youtube a ver versões de músicas nossas conhecidas animadas por alguém que não tem mais nada que fazer e então gasta o seu tempo livre a fazer videoclips com sims a cantar.
COULD I GO ANY LOWER?!?!?
COULD I GO ANY LOWER?!?!?
Thursday, July 19, 2007
"I Should've Listened" - Parte 1
O que se passa hoje é a constatação de que nunca ouvimos os nossos pais. Se eu ouvisse os meus, este post já tinha sido feito há muito tempo. E só é feito agora porque ontem ouvi no ipod da ana - a ana já tem carta! Uma salva de palmas: clap! - e fiquei apaixonada. Claro está, não posso referi-lo à minha mãe (o progenitor não ouvido, neste caso) porque com certeza que vou ouvir um tão querido "hate to say i told you so". Para não postar MAIS UM vídeo estou a postar a música, se bem que, esqueçam lá as vossas não-crenças meus amigos e vejam o musical que é fantástico (a versão de 1973, porque já vi um bocado da mais recente e não fiquei de todo impressionada). Esta música está aqui, não resisto a QUERER que vejam o vídeo na mesma.
AH! Esta é para a Martinha. Yeah!
AH! Esta é para a Martinha. Yeah!
Sunday, July 15, 2007
Já não há programas destes!
Fui pesquisar isto porque ver na Blitz me chamou a atenção e tinha que postar aqui. Até porque ontem cheguei à conclusão que fui uma criança-televisão e que hoje em dia ainda fico completamente hipnotizada em frente à caixinha mágica. Se querem saber, fui muito feliz a ver a Rua Sésamo, obrigada!
Saturday, July 14, 2007
Back
Sim, é verdade estou de volta! Não sei durante quanto tempo é que Lisboa me vai reter mas não posso deixar de assinalar a minha chegada com a OBRIGATORIEDADE de ouvir a música nova do Jorge. Sim, o Palma.
Para que não me venham com tangas que não apanharam na rádio ou que não podem sacar, cá está ela, video incluído!
Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.
Chegado da guerra,
fiz tudo p'ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p'ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói,
não quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo o que não vivi,
um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Jorge Palma
Para que não me venham com tangas que não apanharam na rádio ou que não podem sacar, cá está ela, video incluído!
Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.
Chegado da guerra,
fiz tudo p'ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p'ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói,
não quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo o que não vivi,
um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Jorge Palma
Friday, June 29, 2007
Frustração.
Tenho que partilhar um episódio importante da minha vida que ocorreu há cerca de cinco minutos.
Como decerto sabem, sou uma pessoa muito organizada. O meu problema é que a chamada prateleira número quatro da minha estante está um NOJO. E não digo isto apenas por estar a maior desorganização, digo NOJO (atentar no ênfase dado à palavra: não é acidental) porque para além de ter dois ou três livros de leitura, juntam-se-lhes a "Introdução à Economia", a "Programação em Visual Basic 6", a "Estatística Descritiva", entre outros igualmente interessantes como o tão conhecido "Código da Estrada" e claro sem esquecer uma quantidade absurda de exames e frequências que transformada em árvores dava para uma pequena Amazónia e as lindas sebentas azuis da Ú Cê Pê. Particularidade desta prateleira: tem livros nas duas pontas e o meio vazio. Tenham uma imagem mental da P4 e imaginem o que se seguiu.
Pois bem, estava a arrumar a minha vida antes de sair, as últimas coisas de estatística e afins quando tive a brilhante ideia de as por na prateleira. Ficou tudo num esquilíbrio aparentemente estável e eu já estava muito orgulhosa do meu feito quando de repente o lado esquerdo começou a inclinar. RESULTADO: DESABOU TUDO. "O Teste de Exame" caiu-me em cima e consegui agarrar os "Elementos de Contabilidade Geral" antes que o meu pé sofresse. Neste preciso momento estou bem, está tudo equilibrado, mas o meu irmão já me disse que precisa de ir lá buscar "Os Maias".
Estou feita.
Como decerto sabem, sou uma pessoa muito organizada. O meu problema é que a chamada prateleira número quatro da minha estante está um NOJO. E não digo isto apenas por estar a maior desorganização, digo NOJO (atentar no ênfase dado à palavra: não é acidental) porque para além de ter dois ou três livros de leitura, juntam-se-lhes a "Introdução à Economia", a "Programação em Visual Basic 6", a "Estatística Descritiva", entre outros igualmente interessantes como o tão conhecido "Código da Estrada" e claro sem esquecer uma quantidade absurda de exames e frequências que transformada em árvores dava para uma pequena Amazónia e as lindas sebentas azuis da Ú Cê Pê. Particularidade desta prateleira: tem livros nas duas pontas e o meio vazio. Tenham uma imagem mental da P4 e imaginem o que se seguiu.
Pois bem, estava a arrumar a minha vida antes de sair, as últimas coisas de estatística e afins quando tive a brilhante ideia de as por na prateleira. Ficou tudo num esquilíbrio aparentemente estável e eu já estava muito orgulhosa do meu feito quando de repente o lado esquerdo começou a inclinar. RESULTADO: DESABOU TUDO. "O Teste de Exame" caiu-me em cima e consegui agarrar os "Elementos de Contabilidade Geral" antes que o meu pé sofresse. Neste preciso momento estou bem, está tudo equilibrado, mas o meu irmão já me disse que precisa de ir lá buscar "Os Maias".
Estou feita.
Wednesday, June 27, 2007
faz então a tua, que eu já fiz a minha parte.
Contador de histórias, não consigo dormir
Leva-me a outro lado, faz-me sorrir
Faz-me ver coisas novas outra vez
Sentir a vida sem demais porquês
Sem qualquer tipo de preocupações
Quero experimentar mais um turbilhão de sensações
Porque as imagens que tu me mostras são raras
Raras como pérolas dentro de ostras, eu sei que não passam de uma ilusão
Mas eu prefiro-as ao dia-a-dia cinzentão
E durante momentos esqueço tudo
3 minutos tornam-se 3 dias de entrudo
Contador de histórias, quero dormir
Faz-me sonhar até a manhã vir
Assim tenho coragem para mais um dia
E faço de conta que não reparo na apatia
Do pormenor mais insignificante
Imediatamente consegues tornar algo de fascinante
Sensibilidade à flor da pele
Fluindo palavras como cores vivas num pastel
Pintado especialmente para mim, não devia ter fim
Mas porque é que tem de ser assim?
Sabes que o meu apetite é insaciável
Às vezes consegue-se mesmo tornar-se intolerável...
Contador de histórias, não consigo dormir
Conta-me uma história, faz-me sorrir.
DW
Leva-me a outro lado, faz-me sorrir
Faz-me ver coisas novas outra vez
Sentir a vida sem demais porquês
Sem qualquer tipo de preocupações
Quero experimentar mais um turbilhão de sensações
Porque as imagens que tu me mostras são raras
Raras como pérolas dentro de ostras, eu sei que não passam de uma ilusão
Mas eu prefiro-as ao dia-a-dia cinzentão
E durante momentos esqueço tudo
3 minutos tornam-se 3 dias de entrudo
Contador de histórias, quero dormir
Faz-me sonhar até a manhã vir
Assim tenho coragem para mais um dia
E faço de conta que não reparo na apatia
Do pormenor mais insignificante
Imediatamente consegues tornar algo de fascinante
Sensibilidade à flor da pele
Fluindo palavras como cores vivas num pastel
Pintado especialmente para mim, não devia ter fim
Mas porque é que tem de ser assim?
Sabes que o meu apetite é insaciável
Às vezes consegue-se mesmo tornar-se intolerável...
Contador de histórias, não consigo dormir
Conta-me uma história, faz-me sorrir.
DW
Monday, June 25, 2007
"O amor é maior que todas as coisas excepto a pobreza e a dor de dentes." - Mae West
Confesso que não era de todo minha intenção vir escrever. Mas estava a estudar estatítica e esta frase veio-me parar aos ouvidos directamente da Radar (que oiço agora graças à minha querida Martinha).
O que tenho para dizer não tem de todo a ver com isso. Quer dizer, mais ou menos. Talvez médio-alto, na nossa linguagem de agora. A verdade é que nós sabemos que a vida, que tudo isto é efémero. Que um dia acordamos e já cá não está nada, ou melhor, não acordamos. Que nos preocupamos tanto com coisas que não têm nada de importante que só nos apercebemos quando perdemos as pessoas, os instantes, as coisas, que se calhar tudo não foi um exagero.
E com perder, não digo necessariamente a morte. Quantas pessoas não falam com alguém há anos por orgulho, por raiva, por coisas que na altura nos parecem complicadas mas que à postriori são tão banais como lavar os dentes de manhã?
Sim, o amor é maior que todas as coisas. Era bonito se assim fosse, se o amarmos alguém fosse suficiente. Não é. As pessoas são complicadas! Eu também sou. Acho que nos está no sangue... Somos humanos, right? É a nossa complexidade que nos torna lindos, que nos torna fascinantes. Mas o amor, por si só, não chega. Até porque existem pobres, e pouca gente se pode gabar de nunca ter tido dores de dentes.
Não sei se fiz muito sentido, também porque estou com a cabeça um bocado às voltas agora.
'no Bairro do Amor cada um tem que tratar das suas nódoas negras sentimentais' - Jorge Palma
O que tenho para dizer não tem de todo a ver com isso. Quer dizer, mais ou menos. Talvez médio-alto, na nossa linguagem de agora. A verdade é que nós sabemos que a vida, que tudo isto é efémero. Que um dia acordamos e já cá não está nada, ou melhor, não acordamos. Que nos preocupamos tanto com coisas que não têm nada de importante que só nos apercebemos quando perdemos as pessoas, os instantes, as coisas, que se calhar tudo não foi um exagero.
E com perder, não digo necessariamente a morte. Quantas pessoas não falam com alguém há anos por orgulho, por raiva, por coisas que na altura nos parecem complicadas mas que à postriori são tão banais como lavar os dentes de manhã?
Sim, o amor é maior que todas as coisas. Era bonito se assim fosse, se o amarmos alguém fosse suficiente. Não é. As pessoas são complicadas! Eu também sou. Acho que nos está no sangue... Somos humanos, right? É a nossa complexidade que nos torna lindos, que nos torna fascinantes. Mas o amor, por si só, não chega. Até porque existem pobres, e pouca gente se pode gabar de nunca ter tido dores de dentes.
Não sei se fiz muito sentido, também porque estou com a cabeça um bocado às voltas agora.
'no Bairro do Amor cada um tem que tratar das suas nódoas negras sentimentais' - Jorge Palma
Sunday, June 24, 2007
mission accomplished: pus UMA PESSOA a ver o tal canal hoje :)
aproveitei e dei uma espreitadela, tinha saudades das macacadas de 'o Diário de Marilú'!
aproveitei e dei uma espreitadela, tinha saudades das macacadas de 'o Diário de Marilú'!
Tuesday, May 29, 2007
e até parece que estou a mentir...
Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois
sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova.
Porque nunca enlacamos as mãos, nem nos beijámos
Nem fomos mais do que crianças.
Ricardo Reis
sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova.
Porque nunca enlacamos as mãos, nem nos beijámos
Nem fomos mais do que crianças.
Ricardo Reis
Sunday, May 27, 2007
just good friends
"Dançar como amigos,
Se fosse possível,
Dois pares de sapatos,
Levantando pó,
Dançar como amigos só."
- Sérgio Godinho
Se fosse possível,
Dois pares de sapatos,
Levantando pó,
Dançar como amigos só."
- Sérgio Godinho
Friday, May 25, 2007
o puto pode não saber tudo, mas ao menos sabe aquilo que quer.
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